Ciências Biológicas - Licenciatura

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sábado, 25 de junho de 2016

Corpo do gorila Idi Amin está em exposição no Museu de Ciências Naturais





Famoso habitante do Zoológico de Belo Horizonte, o gorila Idi Amin morreu em março de 2012, aos 38 anos, deixando para trás uma legião de fãs desolados. Sua história, porém, acaba de ser eternizada. Depois de passar por um processo inovador de taxidermia - que possibilitou a permanência original da pele, dos pelos e dos dedos -, o corpo do primata tornou-se a estrela da exposição Fauna Exótica, em cartaz no Museu de Ciências Naturais da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC Minas). O espaço foi reaberto na última terça (17), após onze meses de uma reforma motivada por um incêndio, que atingiu o prédio em janeiro.


Idi Amin ficará lado a lado com Cleópatra, gorila que também foi levada do zoológico e perto dos esqueletos dos elefantes Joca e Margarete. "Estamos honrando a memória do Idi, que, além de patrimônio mundial, é um bem da nossa cidade", diz o diretor da Fundação Zoobotânica, Carlaile Coelho. Para deixar o primata com aparência de vivo, foi utilizada uma técnica especial de curtimento de couro, idêntica à aplicada em bovinos, desenvolvida pela Empresa Brasileira de Agropecuária (Embrapa). De acordo com o coordenador do museu, Bonifácio José Teixeira, o método tradicional, baseado no curtimento com compostos à base de alumínio, deixaria o couro quebradiço com o passar dos anos. O preenchimento de poliuretano também foi caprichado com cimento especial para dar mais firmeza e durabilidade.


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